quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Robozinho

Digamos que eu seja uma robô. Então fui programada para ter características humanas, para pensar e ter sentimentos humanos, tal como o Marvin da série O Guia do Mochileiro das Galáxias. Problemas? Creio que nenhum, a não ser não lidar bem com a frialdade que tenho, mas isso eu consigo levar, consigo disfarçar com um sorriso ou não.

Por não ter um... coração? É isso?! Enfim, a questão é que por não ter uma coisa dessa daí eu fico meio distante das pessoas. Enquanto choram por alguma tragédia eu fico normal, enquanto se emocionam com algum ato de “amor” eu acho idiotice, etc. Mas me acostumei e aprendi a lidar com situações assim!  Agora eu sei fingir muito bem que estou abalada, triste e até que eu me emociono.

Mas algo que eu ainda acho um grande mistério é o amor. O amor... ele realmente existe? É real ou é só uma invenção dos próprios homens para entrar num estado de espírito que permita ignorar todos ao seu redor?
Estranho, porque vejo pessoas que amam e declaram isso a plenos pulmões e meses depois fecham a cara para o seu suposto amado e dizem que não passou de uma ilusão ou mesmo choram porque tudo acabou. Mas TUDO o que? Ainda não tive acesso a essa informação.

Meu banco de dados é muito incompleto. Preciso atualizá-lo, mas com o que? Vou colocar o que sobre o amor? Machuca as pessoas e é irreal, OK. E sobre o convívio social? Finja ser alguém que você não é e assim será aceito na sociedade, OK.
Mas que coisas inúteis e toscas. Não creio que fui criada para isso, passar uma imagem falsa para as pessoas e não ter informação alguma sobre um sentimento humano. Ou será que isso é ser humana?

Agora parando pra pensar bem os humanos usam “máscaras” o tempo todo. Nunca são a mesma pessoa em todos os lugares. E não entendem nada sobre esse tal de amor e muito fingem que amam para não estarem sozinhos ou para não magoar outros humanos, mas acabam tendo uma vida dupla. ISSO! Agora tudo se encaixa!

Nenhum humano sabe o que é o amor, logo amam para não magoar outros ou ficarem sozinhos e como ficam infelizes passam a viver uma vida dupla atrás do seu “amor” e felicidade e, assim, criando uma máscara para cada vida que seguem. EUREKA! Descobri como eles são! Agora minhas informações podem ser atualizadas e quem sabe concluídas!

Bom, agora que sei como é o comportamento humano eu devo me comportar como tal, certo? Então vou começar a correr atrás de um “amor” da minha vida que terminarei daqui a, sei lá, três meses tá bom? 

Andreza Maciel

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Meus livros

Amo ler, leitura é uma terapia para mim. É algo divino e não trocaria isso por nada. Compro livros pelo menos uma vez por mês, eu disso PELO MENOS. Claro que quando lembro de algum livro eu acabo comprando, mas sempre que entro numa livraria, num sebo ou num site pra comprar um livro acabo comprando uma coleção ou vários livros. Acho que se eu colocar na ponta do lápis quanto já gastei com os livros que eu própria comprei  com certeza foi bem mais do que eu poderia gastar, mas eles são meu amados companheiros.


Em geral meus livros me encantam e me fazem viajar por horas, perco a noção do tempo e fico surda, esqueço tudo o que tenho e devo fazer quando vou ler, consigo montar cenas perfeitas com minha visão das personagens e até imagino as vozes delas. Porque é isso que os livros fazem! Transportam as pessoas para mundos alternativos. Mundos em que a história contada o envolve de tal maneira que você não consegue parar de ler.

E quando você chega a esse ponto você descobre a sua paixão pelos livros. Porque neles contém tudo o que você precisa, romance, aventura, tragédia, ódio, rancor, alegria, felicidade, etc. Eles trazem a você o mesmo efeito da música, um efeito de fuga, mas essa fuga traz entretenimento para horas e conhecimento para anos (mas só se livros bons e decentes forem lidos, mas deixando claro que ai depende da opinião e do gosto pessoal).

Sempre aceitei indicações para livros, mas sempre fui cuidadosa com o que li também. Quando me indicavam determinado livro eu procurava alguma crítica e o resumo pra entender do que se trata o livro, pois não gosto de comprar um livro depois deixá-lo de lado abandonado. Porque pra mim um livro deve ser bem cuidado, mesmo que ele seja velho e com as folhas amareladas, ele deve ser bem cuidado. Não deve ter nada rasgado ou com “orelha”.

Pois é, adora toda essa magia que os livros têm, mesmo que muitos bradem que é chato, que o livro de papel vai acabar e mimimi eu bato o pé e digo que não. Ao menos eu me proponho comprar MUITO livros e garanto que adoro ler. Mas uma andorinha só não faz verão, então espero que existam mais pessoas assim como eu, ou game over para os livros D=

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Um começo... de um conto?


- Não há maneira de ficarmos juntos! – arfava Manoela – deixe me ir Eduardo, meu pai pode aparecer a qualquer momento!
- Pois que apareça! Minha querida, hora ou outra teremos que nos assumir.
-Mas não agora! – afligiu-se a pequena moça de cabelos negros em cachos pesados ao redor de um singelo rosto angelical pálido.
- Acalme-se meu amor, acalme-se...
Eduardo ficava perdido todas as vezes que a olhava e fazia questão de tocar cada parte de seu delicado rosto e olhar no fundo de seus olhos chocolate para crer que estava diante de sua amada, da pessoa que sempre sonhou ter em seus braços e, por conta disso, muitas vezes não ouvia o que Manoela lhe dizia aflita sobre o que aconteceria caso seu pai descobrisse o namoro deles. Luiz Henrique de Azevedo ou apenas Coronel Azevedo, tal como sua patente no exército, era um homem rígido e conservador quanto aos costumes e tradições, jamais admitiria que sua única filha namorasse um escritor, “um libertino querendo aproveitar-se da inocência de minha amada filha!” era o que sempre dizia ao ouvir o nome Eduardo Alves em qualquer lugar.


Mas Eduardo não se desligou do mundo e agora vagava na doçura dos olhos de Manoela, segurava seu rosto alvo e apenas sorria, tentando lhe passar a segurança de que tudo daria certo, mesmo que não desse, mas o que importava era aquele momento. Manoela entendeu e com o rosto rubro só pode abraçá-lo. 

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Passado, presente... FUTURO?!

É estranho como o passado é tão presente em nossas vidas. O ser humano é o único animal que tem essa noção de tempo e consegue dividi-lo assim, será que isso é a racionalidade? Pode ser que sim. Mas há séculos tentamos driblar o tempo, queremos voltar atrás nos erros que cometemos mas não há como. Então nos colocamos a sonhar com máquinas engenhosas que fizessem isso para nós, máquinas que nos levassem para o passado e assim nós pudéssemos transforma-lo ao nosso bel prazer. Mas isso é impossível, pois como já dizia o poeta Cazuza "O tempo não para!".

E o futuro? Bom a quem acredite que o futuro é questão de predestinação divina, ou a Deus pertence ou mesmo você é quem traça. Claro que há muitas outras teorias, mas foquemos nessas. Como saber qual é a verdadeira? Na tentativa e erro? Creio que não. A cada passo dado já é o seu futuro acontecendo, se moldando. Como dizem “O Presente é passado e o Futuro é agora”. Não há como planejar o que vai acontecer nele, pois depende de uma sequência de fatos, exemplo: para passar no vestibular você tem que estudar TODAS as matérias, não importa que você gosta ou não de história ou mesmo de química terá de estudar, fazer a prova, caso tenho duas fases, estudar mais e fazer a segunda fase. A consequência pode ser passar ou não. Caso passe o seu futuro será na faculdade, caso não estude mais e no próximo ano você conseguirá!

Hoje, aliás, agora estava procurando uma coisa e acabei encontrando muitas coisas do meu passado. Coisas de quando eu tinha meus 13, 14 e 15 anos era uma época boa. Divertida e engraçada, parecia que tudo era mais fácil e era tudo sem muitas responsabilidades. Mas tudo mudou. Talvez por algumas coisas eu voltasse para aquela época, mas eu realmente prefiro o meu presente. Sabe ás vezes saber o que quer da vida e ter certeza que daqui pra frente está sob o seu controle é muito bom, mas confesso que muitas vezes me canso e queria que tudo fosse fácil e não precisasse de tantas responsabilidades, mas paciência. Ninguém disse que viver era fácil.

Andreza Maciel

sábado, 1 de janeiro de 2011

Ano novo

Bom são quase 2h da manhã do dia 2 de janeiro de 2011 e eu vou começar a escrever sobre a minha passagem de ano.
Bom, passei a virada de ano com meus amigos que conheci esse ano, mas que REALMENTE parece que conheço a anos de tanto que já conheço deles. Passei na casa da fofissíma da Yasmin, que eu só conheço a UM mês, mas que tem tantas coisas em comum (Oi?!) que foi impossível não chama-la de amiga.

Certo, pessoas e local apresentado. O que comemos? Comemos a ceia que nós mesmos preparamos. Cortamos batatas, cenouras e até mesmo azeitonas (precisei Gabs, sério!). Fizemos arroz, macarrão, salada de shimeji, salada de maionese e batata frita. Foi tão bonitinho todos ajudando a fazer nossa digníssima ceia.
Claro que não eramos uma família alegre e feliz, só tinha um bando de jovens que pensou na comida e, claro, na bebida. O que tinha de bebida alcoólica naquela casa dava pra embebedar cada um duas vezes no mínimo! Saquê, vodka, rum, vinho, champanhe, licor, cerveja e mais coisas que no momento eu realmente não lembro.

Claro agora COMO e ONDE deu-se a nossa virada de ano. No elavador. SIM, passamos a virada de 2010, para 2011 no elevador, tudo isso por que o querido Bruh entrou no elevador antes e apertou o 15º andar e depois o 13º e quando chegamos no térreo a contagem tinha acabado de zerar! Trollagem  monstra! Quero mata-lo até agora, mas enfim. Vimos várias queimas de fogos, corremos na rua, gritamos, fizemos "pica pau descendo as cataratas", nos abraçamos.

Subimos e fomos para o 2º Round da festa. Bom essa parte ficará oculta, até porque EU quero apagar algumas coisas dessa parte *abraça os joelhos e balança*. Chegou uma amiga da Yasmin e fez COOKIES! E como era bom o cookie que ela fazia! Uma delícia. Um dos amigos da Yasmin levou a cachorra dele a Yume, foi o ser mais sociavel que teve na festa. Linda, linda! Quase comeu toda a torta de atum que a mãe da Yasmin deixou lá.

Quando fomos dormir, todos juntos na sala, houve um problema. Não calavam a boca e ainda falavam alto pra cacete! Mas eu não quis saber XD, 5min que ficaram quietinhos eu dormi, e dormi feito uma pedra porque disseram que gritavam e eu não acordei. Quando acordei, já estavam arrumando a casa e eu me recusei a ajudar porque tinha feito a ceia, até ai tudo bem. Tomamos nosso lindo café da manhã que foi Rap 10 com o recheio que preferíamos.

Inventamos uma músiquinha marota sobre a casa da nossa querida anfitriã. Enrolamos até as 16h e depois todos vieram para a minha casa assistir Matrix, o que não foi possível já que TODOS estavam dormindo ou cochilando na metade do filme.

BOM, esse foi meu fim de ano. Divertido e insano, nunca pensei que passaria um ano novo assim. Mas agora que foi acredito que 2011 será ótimo, pois estava num elevador com meus amigos e se isso significa algo? Realmente não sei, mas sei que 2011 promete muito mais do que isso!